TAG: Meus hábitos de leitura

Gosto muito de ler, quando começo algum livro que me desperta interesse, não consigo parar de ler. Semana passada comecei a ler o livro “Quem é você, Alasca?” no domingo e neste sábado terminei a leitura e olha que fiquei um dia sem ler. Têm mais alguns livros que quero ler, mas vou deixar para as férias.

Por essa razão vou responder essa TAG.

oioi

   1. Quando você lê? (manhã, tarde, noite, o dia inteiro ou quando tem tempo)

Geralmente leio quando tenho tempo, mas prefiro ler à tarde.

    2. Você lê apenas um livro de cada vez?

Na maioria das vezes sim, mas esses dias atrás eu estava lendo um livro de crônicas e outro.

    3. Qual seu lugar favorito para ler?

Qualquer lugar claro e que o ar circule.

    4. O que você faz primeiro: lê o livro ou assiste ao filme?

Prefiro ler o livro antes.

    5. Qual formato de livro você prefere? (áudio-livro, e-book ou livro físico)

O formato não influência no conteúdo e entendimento do livro, mas o livro físico é melhor, pois podemos sentir as folhas.

    6. Você tem algum hábito exclusivo ao ler?

Gosto de lugares calmos.

    7. As capas de uma série tem que combinar ou não importa?

Acho que a capa não interfere.

Tchau!

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RESENHA: ”A menina que colecionava borboletas – Bruna Vieira.”

a menina que colecionava borboletas editado

Sempre acompanhei o blog depois dos quinze, mas nunca tinha comprado os livros da Bruna e esses dias quando estava escolhendo alguns livros, resolvi adquirir ”A menina que colecionava borboletas”, seu 3° livro. Ele foi publicado esse ano pela editora Gutenberg, e eu comprei o meu aqui.

Quando o livro chegou, me encantei pelas ilustrações da capa, que não são as únicas (pois no decorrer do livro, principalmente no meio, há muitas ilustrações) e foram feitas por Malena Flores, a garota ilustrada é a própria Bruna. No título a autora usou a palavra borboletas como metáfora para sentimentos.

editado

Na contracapa está escrito o seguinte: ” BRUNA VIEIRA está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá razão ao seu talento como escritora com este novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns.

Na cidade grande, a selva de pedra, precisamos sonhar de olhos bem abertos. Bruna nos ensina que não basta ser diferente: é preciso fazer a diferença. Temos de transformar nossos piores momentos em aprendizado, e devolvê-lo ao mundo, seja por meio de música, da fotografia ou da escrita. Só a arte pode salvar nossa alma da solidão.

A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo país. Para ela, as páginas deste livro representam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.”

O livro é de crônicas (a maioria são curtas), então podemos ler em vários momentos, seja no ônibus, na escola, no quarto ou no parque, e ainda nas duas últimas páginas têm uma lista com diversas musicas para ler ouvindo ♫.

No geral o livro me agradou bastante, encontrei nele muitas frases inspiradoras, dentre elas a seguinte: ”Quando passamos a ser independentes, nossos sonhos se tornam uma bússola, e vamos descobrindo aos pouquinhos para que lado fica a tal da felicidade.”

É isso pessoal, espero que tenham gostado, logo têm mais resenhas.

Tchau!